Decco Torres ecoa a herança da Black Music Brasileira em show especial no Mês da Consciência Negra
Cantor agita a noite no Teatro Rival Petrobras em novembro com clássicos de nomes como Tim Maia e Sandra Sá e lança seu novo álbum, “Neo”
Uma celebração à Black Music Brasileira. O cantor Decco Torres sobe ao palco do Teatro Rival Petrobras no dia 13 de novembro, sexta-feira, às 19h30, com o show do seu novo álbum, “Neo”, produzido por William Magalhães, da Banda Black Rio. Com direção musical de Alex Rocha, o espetáculo reúne Soul Music, Disco Funk, Trap, MPB e sonoridades urbanas que atravessam a cidade do Rio de Janeiro em uma experiência dançante, romântica e afrofuturista no Mês da Consciência Negra.
O repertório apresenta faixas inéditas do álbum, como “Virei a Página” (Mariana Bergel, Augusto Bapt e William Magalhães) e “Demorô” (William Magalhães e Daniel Novato), explorando temas como amor, ancestralidade, liberdade e superação.
O show também homenageia grandes nomes da música brasileira e internacional, conectando clássicos afetivos às novas composições do artista. Entre os destaques estão sucessos gravados por Hyldon, “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”; Maria Bethânia, “Negue”; Tim Maia, “Lábios de Mel”; e Sandra Sá, “Olhos Coloridos” e “Não Vá”. Decco também reverencia seu cantor favorito, Emílio Santiago, com as emblemáticas “O Amigo de Nova York” e “Pelo Amor de Deus”. A atmosfera dançante ganha ainda mais potência com uma releitura de “Rock with You”, de Michael Jackson.
DNA musical
Considerado uma das vozes mais expressivas da Cena Black Carioca, Decco Torres tem se destacado no cenário musical por sua conexão com a música Black e suas influências, além de suas performances marcantes.
A musicalidade de Decco tem raízes na família. Do avô, trombonista de nomes como Alaíde Costa, passando pela mãe, cantora, e o primo dela, o compositor Edson Conceição (um dos autores de “Não deixe o samba morrer”), até seu pai, publicitário que trabalhava no meio do samba e o apresentou a esse mundo, ele vive intensamente a música desde os primeiros passos dados e palavras ditas.
- Clara Nunes, João Nogueira, Roberto Ribeiro, Elza Soares… Todos eles frequentavam minha casa quando eu era criança. Era muito samba, muita cerveja, muita feijoada - conta Decco.
Com isso, ele cresceu ouvindo de Dalva de Oliveira à Banda Black Rio. Na adolescência, começou a estudar canto lírico, partindo mais tarde para o canto de câmara e o “belting”, técnica que busca a impostação e a clareza da voz, usada em musicais e no R&B contemporâneo.
O seu primeiro álbum chegou em 1998 e teve a participação de Jorge Vercillo, que assinou três faixas. Foi o início da carreira que, com a bagagem do samba e do canto lírico, sempre trilhou os caminhos da black music de sotaque carioca. “Neo”, seu novo trabalho, representa todas as experiências de Decco até aqui, com uma maturidade vocal e um refinamento maior de letras e harmonias.
Ficha técnica:
Decco Torres — voz
Alex Rocha — direção musical e contrabaixo
Leandro Freixo — teclados
Rodrigo de Jesus — guitarra
Vitor Vieira — bateria
Matheus Martins — trombone
Gabriel Miranda — trompete
Luciana Moisakis — produção artística e executiva
Carlos Pinho — assessoria de imprensa
Serviço:
Local: Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33 - Cinelândia, Rio de Janeiro - RJ
Dia e hora: 13 de novembro, sexta-feira, às 19h30 (abertura do teatro às 18h30)
Ingresso: de R$ 60 a R$ 170, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/123343/d/397935
Classificação indicativa: 18 anos
Rede social:
https://www.instagram.com/deccotorres/
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