School of Rock anuncia parceria com projeto Alma de Batera e amplia ações de inclusão na educação musical

Iniciativa inaugura na unidade Brooklin e celebra um novo capítulo na formação de pessoas com deficiência na maior rede de escolas de música do mundo
02/02/2026 14:02
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A música tem o poder de romper limites, criar conexões e abrir caminhos onde, muitas vezes, faltam oportunidades. É a partir dessa visão que a School of Rock anuncia a parceria com o Alma de Batera, iniciativa reconhecida nacionalmente por sua atuação em educação musical inclusiva voltada a pessoas com deficiência. O acordo marca a criação de um novo núcleo dentro da rede e reforça o compromisso da escola com diversidade, acolhimento e desenvolvimento humano.


A parceria será apresentada oficialmente em um encontro especial no dia 7 de fevereiro, na unidade Brooklin. O evento reunirá alunos do Alma de Batera, familiares, amigos e convidados em uma experiência imersiva, pensada para valorizar a convivência, a troca e a vivência coletiva. A programação inclui visitas guiadas pela escola e apresentações musicais com participações especiais, como Cuca Teixeira, Daniel Weksler (Nx Zero), Bruno Graveto (Charlie Brown Jr.) e Pitchu Ferraz.


O início das aulas está previsto para fevereiro e, a partir desse momento, os participantes passam a utilizar os estúdios da School of Rock Brooklin, conhecer de perto a rotina da unidade e participar ativamente do ambiente musical, criando novas formas de interação e aprendizado. Interessados em obter mais informações sobre o projeto ou realizar matrícula podem entrar em contato diretamente com a equipe da unidade.


“A School of Rock sempre acreditou no protagonismo do aluno e na aprendizagem a partir da prática. Receber o Alma de Batera dentro da escola representa um passo decisivo para consolidar uma cultura de inclusão que já faz parte do nosso DNA, ampliando o acesso e tornando nossa estrutura ainda mais diversa”, afirma Fernando Quesada, sócio-diretor da School of Rock Brasil.

Reconhecido por uma atuação sensível e personalizada, o Alma de Batera construiu, ao longo de 18 anos, uma trajetória consistente no desenvolvimento de pessoas com deficiência por meio da bateria, tornando-se uma das principais referências na área. Ao unir forças com a School of Rock, a iniciativa amplia seu alcance e passa a dialogar com a estrutura de uma das maiores redes de ensino musical do mundo.


Educação musical sem rótulos

Desde sua criação, o Alma de Batera já atendeu mais de 400 alunos, com uma proposta centrada na autonomia, na escuta ativa e na adaptação constante das aulas às necessidades e aos interesses de cada participante, permitindo que o aprendizado acompanhe o estudante ao longo de sua evolução.


“A música sempre foi um caminho para algo maior: fortalecer a autoestima, estimular a expressão e gerar pertencimento. Nosso trabalho nasce da relação construída em sala de aula, respeitando quem o aluno é e para onde deseja ir”, explica Paul Lafontaine, fundador do Alma de Batera. “Estar presente na School of Rock amplia esse impacto e fortalece uma visão de inclusão contínua, não limitada a ações pontuais.”


Outro pilar da parceria é a formação dos professores da School of Rock. A expertise do Alma de Batera passa a ser compartilhada com a equipe pedagógica da rede, assegurando que a inclusão esteja integrada a todas as etapas do ensino musical, das aulas individuais às atividades em grupo.
“Incluir exige preparo, sensibilidade e conhecimento técnico. Nosso objetivo é compartilhar essa experiência para que ela se multiplique e alcance ainda mais pessoas. Quando o educador compreende verdadeiramente o aluno, o processo de aprendizagem se aprofunda”, reforça Lafontaine. 


As aulas seguem o formato da School of Rock, com experiências iniciais e acompanhamento personalizado. A expectativa é que, no segundo semestre, o núcleo seja expandido para outras unidades da rede, preservando a essência do Alma de Batera e abrindo espaço para a descoberta de novos alunos e talentos em diferentes regiões do país.


“Essa parceria aponta para um futuro em que a educação musical se torna mais acessível, consciente e alinhada à realidade das pessoas. Porque a música não exclui: ela conecta, transforma e permanece”, conclui Quesada.

 

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