Ano de 2025 será o encerramento de uma era
Último trimestre traz revisão e desapego, conforme a astrologia
Fim de ano batendo à porta significa, para muitos, o momento de refletir a respeito do que se passou e também de traçar perspectivas para o próximo ano. Nessa busca pelo autoconhecimento, consultar mapa astral pode ser a alternativa para lidar com essa reta final de 2025 e pensar caminhos para 2026, conforme a astrologia e a numerologia.
Como explica a numerologia, 2025 é regido pelo ano universal 9, número associado ao encerramento de ciclos, à resolução de pendências e à necessidade de desapego. Diante disso, o ano trouxe consigo a sensação de atraso, estagnação e travamento. É como se o ano funcionasse como um período de fechamento, uma preparação para novos começos. E é no último trimestre que vem a possibilidade de mudança neste cenário, a oportunidade de uma virada de chave. Os meses de outubro, novembro e dezembro do ano de 2025 são considerados desafiadores.
A explicação dada pela astrologia para as mudanças está na concentração, neste trimestre, de importantes trânsitos planetários, que auxiliam na conclusão de metas. Um exemplo são as movimentações registradas no mês de novembro. “O início de novembro, o mês de Escorpião, trouxe uma Lua cheia em Touro e o Sol em Escorpião. Esse equilíbrio fala da composição morte e vida. Largamos o que não serve, aprendemos que nem tudo está sob controle, lidamos com as perdas, precisamos renovar a vida, mas não é para ser destrutivo quando temos valores a ser preservados”, explica a astróloga Cláudia Lisboa. Fazer curso de astrologia auxilia a compreender como cada planeta e pontos celestes se comportam como canal de energia neste e em outros períodos do ano.
Outubro teve os desafios como marca, período de crises, medos e dependência, o que reforça a necessidade de coragem para encerrar e fazer ajustes para 2026. “A Lua minguante do mês de outubro trouxe um caráter simbólico de introspecção. Essa Lua minguante em Câncer e o Sol em Libra pedem equilíbrio entre vínculos e escolhas: cuidar das relações, mas também respeitar o próprio espaço. É tempo de olhar para dentro, encerrar ciclos e reorganizar o coração. A vida é feita de ciclos, alguns chegam como oportunidades brilhantes, outros chegam como desafios que exigem mais de nós”, aponta a astróloga.
Em novembro, o destaque é a oposição de Marte a Urano, trânsito associado à rebeldia e à ruptura, o que pode acarretar divergências, mas também libertação, desde que as ações sejam pautadas pela razão. Já o mês de dezembro traz a tônica do otimismo e da celebração. No dia 19, a lua nova em Sagitário sugere fé, expansão, abertura de novos caminhos e confiança no futuro.
Ainda de acordo com a astrologia, uma maneira de enriquecer esse futuro próximo por meio de conhecimento e planejamento é saber fazer mapa de revolução solar. Essa ferramenta de previsões, que também mostra os desafios e oportunidades para o período de um ano (começa a partir do dia do aniversário de uma pessoa até o próximo), pode apontar caminhos para 2026.
Um ano de transformações profundas
A astrologia mostra que 2025 foi marcado pela mudança de energia relacionada a astros importantes, o que não ocorria há tempos. Como, por exemplo, é possível citar Plutão já em Aquário desde novembro de 2024, depois de ficar quase 16 anos em Capricórnio; Urano em Gêmeos, pela primeira vez, após sete anos em Touro; Netuno em Áries, também pela primeira vez, depois de 14 anos em Peixes; Saturno em Áries, pela primeira vez, após dois anos em Peixes; e Júpiter em Câncer, depois de um ano em Gêmeos.
Esses trânsitos planetários provocam transformações coletivas profundas, capazes de gerar desconforto, mexer com estruturas e exigir coragem, de acordo com a astrologia. O fato de serem mudanças lentas pode causar a sensação de peso e lentidão. Por outro lado, representam o início de uma nova era, marcada pela abertura de portas a novas possibilidades.
O número de cada mês
A numerologia explica que cada mês apresenta nuances próprias, tendo como base o número do mês universal, que podem trazer influências para cada um dos 12 períodos. A chave da mudança está justamente nos três últimos meses deste ano.
Outubro foi o mês universal 1, que sugeriu novos começos, mesmo diante das despedidas. Foi quando se iniciou um novo ciclo de nove anos, anunciando uma espécie de prévia do que será 2026. Novembro é o mês 2, que sugere o despertar de tensões e dúvidas, mas pode significar a oportunidade de libertação. Dezembro é regido pelo número 3, associado à expansão, à fé renovada e à alegria, um indicativo de leveza e clareza para o próximo ano.
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